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TRABALHO ESCRAVO: PÁGINA TRISTE DA NOSSA HISTÓRIA!!

 

Mais de dois milhões de negros foram trazidos da África pelos colonizadores portugueses, para se transformarem em escravos nas lavouras de cana-de-açúcar.

 

Não tinha nenhum direito, e pelas Ordenações do Reino podia ser vendido, trocado, castigado, mutilado ou mesmo morto sem que ninguém ou nenhuma instituição pudesse intervir em seu favor.

 

A comida era jogada ao chão. Seminus, os escravos dela se apoderavam num salto de gato, comida misturada com areia, engolindo tudo sem mastigar porque não havia tempo a esperar diante dos mais espertos e vorazes.

 

A jornada de trabalho era de catorze a dezesseis horas sob a fiscalização do feitor, que não admitia pausa ou distração.

 

Quando um escravo era considerado preguiçoso ou insubordinado, aí vinham os castigos.

 

O feitor, ou um escravo por ele designado, era o executor da sentença. Conforme a falta, havia um tipo de punição e de tortura.

 

Mas a imaginação dos senhores não tinha limites, e muitos criavam os seus métodos e instrumentos de tortura próprios.

 

Os dois instrumentos de suplício mais usados eram o tronco e o pelourinho, onde eram aplicadas as penas de açoite.

 

O primeiro poderemos colocar como símbolo da justiça privada, e o segundo como símbolo da justiça pública.

 

Mas, de qualquer forma, a disciplina de trabalho imposta ao escravo baseava-se na violência contra a sua pessoa.

 

Ao escravo fugido encontrado em quilombo mandava-se ferrar com um F na testa e em caso de reincidência cortavam-lhe uma orelha.

 

DIVISÃO DO TRABALHO

Na divisão social do trabalho, noventa por cento ou mais dos escravos destinados eram às atividades da agroindústria açucareira, atividades nas minas ou fazendas de café.

 

 

Os outros eram escravos domésticos. Além do mais os escravos faziam todos os tipos de trabalho: eram sapateiros, charqueadores, cozinheiros, alfaiates, amas-de-leite,

 

 

limpadores de estrebarias, cocheiros, moleques de recado, carregadores de lenha, mineradores, lavradores, entre outros. 

 

  1. João Rubens Suave Del Puppo
    15, setembro, 2009 em 18:42 | #1

    Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!! jente tem mais uns quinhetos diso ,vou tando ao asunto o deio os chefes dos escravoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooosssssssssssssssssssssssssssssssssss

  2. carla
    14, setembro, 2009 em 08:14 | #2

    Quem podia mesmo era o rei, seu pai, Dom Pedro II, pois era ele quem governava. Mas, quando teve a oportunidade de ficar “governando em seu lugar”, fez o que podia e devia ser feito: assinou a Lei Áurea libertando todos os escravos. Bem… o resto eu lhe conto na sala, oK?

  3. João Marcos
    9, setembro, 2009 em 19:43 | #3

    Não sei como os escravos suportaram aquilo por tanto tempo,bem,eu não ia suportar aquilo por muito tempo,ainda bem,que chegou uma hora que eles resouveram lutar!João Marcos!

  4. Monique
    9, setembro, 2009 em 09:30 | #4

    Tia Carla porque a Princesa Isabel não podia assinar a Lei Áurea????Me conte na sala.
    Beijos!!!!
    De sua aluna Monique!

  5. FELIPE COUTINHO VIEIRA
    9, setembro, 2009 em 06:12 | #5

    Tia Carla gostei muito de ver o nome de Dom Pedro l e Dom pedro ll, mais Tia , porque o nome deles eram tão grandes? Eu acho que é porque os nomes deles passavam por gerações , me responda na sala de aula.

  6. !!iiANA JULIA !!ii
    4, setembro, 2009 em 10:24 | #6

    AI TIA SEEU FOSSE A PRINSCESA ISABEL EU JA TERIA PEDIDO PARA O PAI DELA DEIXA-LA ASSINAR HA MUITOS ANOS ATRAS !! MAIS TIA PORQUE SERA QUE O PAI DELA NAO BRIGOU COM ELA?? ME CONTE NA SALA

  7. !!iiANA JULIA !!ii
    1, setembro, 2009 em 20:09 | #7

    NÃO SEI COMO OS PATRÕES AGUENTAVAM FAZER ISSO PORQUE É MUITA TRISTESA SO PARA UMA PESSOA NÃO É TIA???SORTE NOSSA QUE NÃO FOMOS DO TEMPO NDA ESCRAVIDÃO!!

    BEIJOS ANA JULIA 1/09/09 20 : 08

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